sexta-feira, 30 de maio de 2008

Cor lo rir

Colo(rir)
Rir no colo
No colo do útero.
Ou simplesmente
Color(ir)
Ir com cor...
e não mais voltar.

http://www.flickr.com/photos/milenapalladino/





segunda-feira, 26 de maio de 2008

Adeus, meu Ceará*

Eu vou embora do meu Ceará.
Vou cair no mundo.
Vou pra São Paulo,
Talvez lá seja meu lugar.

Vou atrás de quem eu gosto,
Um carinho, um rabo-de-saia,
Um tuntz tuntz... uma boa noitada.
Que me abençoe o Padre Nosso.

Vou embora do meu Ceará...
Espaço pra mim, aqui já não há.
Vou seguir as luzes que me fascinam
Que brincam e dançam na minha retina.

Vou bater na sua porta,
Dizer que te amo e depois te xingar.
Espero um beijo e caio no mundo.
Pois aqui já ta pequeno
E não cabe de eu ficar.



*Poesia inspirada em "Cyber-desabafos"

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Então, vamos combinar?

Veremos na prática a intensidade se mutiplicando por segundos.
Veremos aonde vai dar...
Vamos combinar?
Não temos limites, não temos o equilíbrio...
Não temos! Mas sabemos amar.
Vamos combinar que é bom aprender novas coisas...
(E foi um prazer conhecer Björk, naquela noite de lua, voltando da praia.)
E é um prazer aprender com você tantas coisas.
Vamos combinar que já combinamos demais.
Que já nos perdemos demais.
E que já nos achamos demais.
E que desse emaranhado de sentimentos sem nome, a gente não sai mais.


(Poderia até citar o amor, aliás...)

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Aí foi que eu gostei e ela também:

hannilua: Porque eu sou pé no chão... Agora mais velha, mais ainda!
Eu falei : Eu tenho que ver grana, se não rolar eu não vou...
E ela: Oxe... Pra quê dinheiro?

Milena: Pois é... ela é das minhas, para que dinheiro se temos um violão e um pandeiro?

terça-feira, 13 de maio de 2008

Pedido

Quer na (minha vida) morar comigo?

.
.
.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

S i ne r g i a

Gozo com gosto de travesseiro
em movimentos sinérgicos.
Tremor desprovido de ar.

Nudez no meu peito,
mordidas no teu beijo,
Tudo dito e tudo feito.

Eterna dança sobre lençóis
Deixo-me doce e tua...
E quando já não cabe em mim
Te entrego a carne crua.

Me vejo sedenta
E sem pedir licença
Eis que bebo teu líquido
Até embriagar-me de tua presença.

Noites mastigadas
por insaciável desejo.
Confusão de pernas
nas delícias do que vejo.

Tua boca não é minha
Meu corpo não é teu
Mas tudo é tão óbvio e tão nosso
Quando se trata de você e eu.

(Depois segue a calma
Encontrando no teu colo
A minha alma.)

domingo, 11 de maio de 2008

haikai

Sobre nós, nada precisaremos dizer...
Vivemos em uma nova era.
Eles verão,

Nós primavera!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

"IN"

Depois dos fatos e retratos...
Quem há de negar o que é inegável?
Depois da febre (quase) sem remédio
Como apagar o que é indelével?
E como não incutir diante de tanto querer?
Se é indiscutível:
Que se hoje eu estou in (love).
Quem tem culpa é você.