terça-feira, 30 de junho de 2009

º~~




eu poderia desenhar meu coração aqui

mas ficou com você a tinta vermelha

que simboliza a felicidade...


me devolve logo?

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Minha Cova Rasa

Tem um grito a zig-zaguear dentro de mim.
Ele está cego.
Bate nas paredes porque seu tato escondeu-se feito tatu no buraco.
Mas ele está aqui, eu sinto (é agoniante).
Quando chega na garganta, firmando-se nas cordas vocais, ele escorrega goela baixo e eu o engulo outra vez.
Se ele conseguisse? Alguém perceberia meu grito brincando nas ruas de mãos dadas com a liberdade?
Entenderiam o que ele quer dizer?
A novidade é que descobri algo novo em mim, se chama 'razão' (chamo carinhosamente de 'cova rasa'). E é pra lá que vai meu grito, quando cansa de cair aos cantos do meu interior.
Razão... tão rasa, e já arrasa o grito que não rasga.
.
.
Sem mais.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Não resisti:

Meu Deus! Que nervoso que tá me dando... por que tão lindos? Eu queria...

Esses filhotes de pantera negra foram apresentados em um zoológico em Berlim. Tá, eu sei... notícia de Globo.com, mas não resisti. Se eu encontro um desses, juro que desafio o IBAMA e levo pra casa!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Caixa de Entrada

Hoje pela manhã, uma mensagem de texto caiu de paraquedas em meu celular:
.
"Não, nunca.
De nenhum terraço,
De nenhum mirante,
Nem farol, nem cobertura…
Vemos a Costa da África.
Mas ali, atrás do horizonte…
Sempre imaginamos o esplendor do desconhecido."
.
Ainda não sei quem mandou, mas me fez pensar: de que adianta sabê-lo se nada fazemos para alcançá-lo?

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Eu cá, com meus botões (de rosa)...

Não que eu não acredite mais na pureza das coisas. Pelo contrário! Esse 'resfriado' não tem nada haver com 'coração gelado'. tsc... Quanta besteira, fosse assim eu não teria tanta febre.
Ainda sou menina, que estica os braços em forma de versos pra estreitar a distância, mesmo sabendo que palavra nunca desamarra ninguém.
Assim como a chuva seca, eu ficarei boa. Estou tratando de fazer como mamãe quer... dos remédios às comidinhas.
Eu, que não posso ver uma flor que já quero abraçar, e que dou presentes como lua-sorriso ou nuvem em forma de coração. Desacreditar da pureza...? Não! Essa febre aqui também é sinônimo de amor.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Infinito

Eu vim depois.............................
Antes,
rolaram os flertes,
as flechas e os fogos.
Piscadas,
palavras e putaria.

Eu cheguei depois.
Antes de mim,
amores, ardores, amantes.
Promessas, panelas, paranóia.

Depois da festa, outra começa.
Flerte, palavras, amores e promessas........................................................................
Fogos, putaria, ardores e panelas.
Antes, o velho, o avô, os pais...

O novo atrai.
Depois vira velho...
E bom é vinho velho.
É panela velha.
É pane nela.............................