Ontem eu fui na Parada Gay daqui... senti falta da minha máquina. Fiquei tão triste que (em protesto) a única foto que fiz foi para a coluna do jornal. Portanto, este ano o flickrnão ganhou fotos novas e coloridas. Por enquanto eu vou brincando com a câmera do celular, ja que não tenho outra alternativa. tsc...Aproveito a oportunidade para lançar a campanha"Ei, me dá uma Nikon?", assim... bem direta. Vai que dá certo... Ontem fiz uns auto-retratos. Narcisista? Hum... pode ser, mas alguém tem que posar, né? E na falta deste... enfim! As fotos quem quiser pode conferir clicando nas imagens abaixo.
Eu gosto, sabe? Dessa manha que faz quando tá com sono. Dá uma espécie de nervoso, vontade de apertar. Fico meio egoísta, perturbando... dorme não, faz mais manha pra mim. Eu poderia escrever sobre isso.
Assitindo o filme "El Passado" de Hector Babenco, que me deparei com uma cena tão simples e tão tocante... de uma delicadeza singular que me levou a ter uma invejinha branca de nunca ter feito isso em minha vida. E ficar um pouco triste com a possibilidade de ser um pouco tarde.
Essa cena, se estivermos distraídos, talvez possa passar despercebida por alguns, mas ela gritou para mim.
Se trata de quando o personagem Rinini (Gael García Bernal) vai pedir ajuda ao pai, após terminar um longo relacionamento. Este que lhe entrega uma fotografia dele ainda criança, escrito no verso algo como"isto é para você se lembrar de como era, sempre que tiver dúvidas toque três vezes e eu lhe abro a porta".Não me recordo se era exatamente isso que estava escrito, é uma cena rápida, mas ficou.
O presente todo colorido que corri para transformar em sorriso. Pode até parecer clichê, mas o que seria do amor, não fosse o velho batido que tira suspiros? Então agradeço a felicidade em forma de um arco-íris. E o que desejo é essa paz acompanhada da louca vontade de abraços e tudo mais.
Essa noite eu tive um sonhode sonhador Maluco que sou, eu sonhei Com o dia em que a Terra parou com o dia em que a Terra parou
Foi assim No dia em que todas as pessoas Do planeta inteiro Resolveram que ninguém ia sair de casa Como que se fosse combinado em todo o planeta Naquele dia, ninguém saiu saiu de casa, ninguém
O empregado não saiu pro seu trabalho Pois sabia que o patrão também não tava lá Dona de casa não saiu pra comprar pão Pois sabia que o padeiro também não tava lá E o guarda não saiu para prender Pois sabia que o ladrão, também não tava lá e o ladrão não saiu para roubar Pois sabia que não ia ter onde gastar
No dia em que a Terra parou (Êêê) No dia em que a Terra parou (Ôôô) No dia em que a Terra parou (Ôôô) No dia em que a Terra parou
E nas Igrejas nem um sino a badalar Pois sabiam que os fiéis também não tavam lá E os fiéis não saíram pra rezar Pois sabiam que o padre também não tava lá E o aluno não saiu para estudar Pois sabia o professor também não tava lá E o professor não saiu pra lecionar Pois sabia que não tinha mais nada pra ensinar
No dia em que a Terra parou (Ôôôô) No dia em que a Terra parou (Ôôô) No dia em que a Terra parou (Uuu) No dia em que a Terra parou
O comandante não saiu para o quartel Pois sabia que o soldado também não tava lá E o soldado não saiu pra ir pra guerra Pois sabia que o inimigo também não tava lá E o paciente não saiu pra se tratar Pois sabia que o doutor também não tava lá E o doutor não saiu pra medicar Pois sabia que não tinha mais doença pra curar
No dia em que a Terra parou (Oh Yeeeah) No dia em que a Terra parou (Foi tudo) No dia em que a Terra parou (Ôôôô) No dia em que a Terra parou
Essa noite eu tive um sonho de sonhador Maluco que sou, acordei
No dia em que a Terra parou (Oh Yeeeah) No dia em que a Terra parou (Ôôô) No dia em que a Terra parou (Eu acordei) No dia em que a Terra parou (Acordei) No dia em que a Terra parou (Justamente) No dia em que a Terra parou (Eu não sonhei acordado) No dia em que a Terra parou (Êêêêêêêêê...) No dia em que a Terra parou (No dia em que a terra parou)
Eu ganhei presentes lindos. Até mesmo um santo, só pra mim! Entre flores lindas, panapanã, gestos nobres e mimos bem do meu gosto, eu venho aqui mostrar (toda orgulhosa) um deles que me fez chorar de alegria. Me fez tremer mais que vara verde. Me fez perceber que sou mais feliz do que o tanto que eu já achava que fosse! Uia!
Ah! Como foi meu dia de aniversário? Esse você pode conferir aqui:
Pisei em flores lindas e em folhas secas. Andei, tropecei, levantei e sambei. Fui feliz até ali. Caí. Machucou? Machuquei! E chorei... Me apoiei, confiei e pulei. Me joguei, sem medo, sem saber... Mergulhei, afoguei. Não morri. E os caquinhos eu catei... joguei no rio corrente de lágrimas salgadas. Rio que vai, não volta mais. Vou sorrir, cantar... até chorar de vez em vez.