segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Por uma causa nobre... =D

Ontem eu fui na Parada Gay daqui... senti falta da minha máquina.
Fiquei tão triste que (em protesto) a única foto que fiz foi para a coluna do jornal.
Portanto, este ano o
flickr não ganhou fotos novas e coloridas.
Por enquanto eu vou brincando com a câmera do celular, ja que não tenho outra alternativa. tsc...
Aproveito a oportunidade para lançar a campanha "Ei, me dá uma Nikon?", assim... bem direta. Vai que dá certo...
Ontem fiz uns auto-retratos. Narcisista? Hum... pode ser, mas alguém tem que posar, né? E na falta deste... enfim! As fotos quem quiser pode conferir clicando nas imagens abaixo.
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domingo, 30 de agosto de 2009

Divagação curta de domingo.

Eu gosto, sabe? Dessa manha que faz quando tá com sono. Dá uma espécie de nervoso, vontade de apertar. Fico meio egoísta, perturbando... dorme não, faz mais manha pra mim. Eu poderia escrever sobre isso.
(...)
Mas hoje eu só consigo pensar no domingo que vem.

sábado, 29 de agosto de 2009

toc toc toc

Assitindo o filme "El Passado" de Hector Babenco, que me deparei com uma cena tão simples e tão tocante... de uma delicadeza singular que me levou a ter uma invejinha branca de nunca ter feito isso em minha vida. E ficar um pouco triste com a possibilidade de ser um pouco tarde.
Essa cena, se estivermos distraídos, talvez possa passar despercebida por alguns, mas ela gritou para mim.
Se trata de quando o personagem Rinini (Gael García Bernal) vai pedir ajuda ao pai, após terminar um longo relacionamento. Este que lhe entrega uma fotografia dele ainda criança, escrito no verso algo como "isto é para você se lembrar de como era, sempre que tiver dúvidas toque três vezes e eu lhe abro a porta". Não me recordo se era exatamente isso que estava escrito, é uma cena rápida, mas ficou.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Mas é que existem marcas e marcas.

Foto: Nan Goldin

Assina teu nome em mim.

"Remeta-me os dedos
em vez de cartas de amor
que nunca escreves
que nunca recebo."

(
Elisa Lucinda - Cor-respondência)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Dia Mundial da Fotografia

Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração.
Henri Cartier-Bresson

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Por hoje é só, pessoal.

"te procuro
nas coisas boas
em nenhuma
te encontro inteiro
em cada uma
te inauguro"


alice ruiz

domingo, 16 de agosto de 2009

Somewhere over the rainbow...

O presente todo colorido que corri para transformar em sorriso. Pode até parecer clichê, mas o que seria do amor, não fosse o velho batido que tira suspiros? Então agradeço a felicidade em forma de um arco-íris. E o que desejo é essa paz acompanhada da louca vontade de abraços e tudo mais.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

domingo, 9 de agosto de 2009

Em tempos de H1N1...

Como "Raul Nostradamus" já dizia:

O Dia em que a Terra Parou (Raul Seixas)

Essa noite
eu tive um sonhode sonhador
Maluco que sou, eu sonhei
Com o dia em que a Terra parou
com o dia em que a Terra parou

Foi assim
No dia em que todas as pessoas
Do planeta inteiro
Resolveram que ninguém ia sair de casa
Como que se fosse combinado em todo
o planeta
Naquele dia, ninguém saiu saiu de casa, ninguém

O empregado não saiu pro seu trabalho
Pois sabia que o patrão também não tava lá
Dona de casa não saiu pra comprar pão
Pois sabia que o padeiro também não tava lá
E o guarda não saiu para prender
Pois sabia que o ladrão, também não tava lá
e o ladrão não saiu para roubar
Pois sabia que não ia ter onde gastar

No dia em que a Terra parou (Êêê)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou

E nas Igrejas nem um sino a badalar
Pois sabiam que os fiéis também não tavam lá
E os fiéis não saíram pra rezar
Pois sabiam que o padre também não tava lá
E o aluno não saiu para estudar
Pois sabia o professor também não tava lá
E o professor não saiu pra lecionar
Pois sabia que não tinha mais nada pra ensinar

No dia em que a Terra parou (Ôôôô)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou (Uuu)
No dia em que a Terra parou

O comandante não saiu para o quartel
Pois sabia que o soldado também não tava lá
E o soldado não saiu pra ir pra guerra
Pois sabia que o inimigo também não tava lá
E o paciente não saiu pra se tratar
Pois sabia que o doutor também não tava lá
E o doutor não saiu pra medicar
Pois sabia que não tinha mais doença pra curar

No dia em que a Terra parou (Oh Yeeeah)
No dia em que a Terra parou (Foi tudo)
No dia em que a Terra parou (Ôôôô)
No dia em que a Terra parou

Essa noite eu tive um sonho de sonhador
Maluco que sou, acordei

No dia em que a Terra parou (Oh Yeeeah)
No dia em que a Terra parou (Ôôô)
No dia em que a Terra parou (Eu acordei)
No dia em que a Terra parou (Acordei)
No dia em que a Terra parou (Justamente)
No dia em que a Terra parou (Eu não sonhei acordado)
No dia em que a Terra parou (Êêêêêêêêê...)
No dia em que a Terra parou (No dia em que a terra parou)


Justamente!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

E aí? Como foi?

Eu ganhei presentes lindos. Até mesmo um santo, só pra mim! Entre flores lindas, panapanã, gestos nobres e mimos bem do meu gosto, eu venho aqui mostrar (toda orgulhosa) um deles que me fez chorar de alegria. Me fez tremer mais que vara verde. Me fez perceber que sou mais feliz do que o tanto que eu já achava que fosse! Uia!

Ah! Como foi meu dia de aniversário? Esse você pode conferir aqui:


http://www.flickr.com/photos/milenapalladino/ , na exposição "04/08 - Entre atos".
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Meus amores, muito obrigada por fazer parte da minha vida! Repito sempre: que pessoa de sorte, essa tal de Milena Palladino, hã?
Oi?

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Au revoir, Inferno Astral!

Pisei em flores lindas e em folhas secas.
Andei, tropecei, levantei e sambei.

Fui feliz até ali.
Caí. Machucou? Machuquei!
E chorei...
Me apoiei, confiei e pulei.
Me joguei, sem medo, sem saber...
Mergulhei, afoguei.

Não morri.
E os caquinhos eu catei...
joguei no rio corrente de lágrimas salgadas.
Rio que vai, não volta mais.

Vou sorrir, cantar...
até chorar de vez em vez.
Tô viva!
Então,quevenhaosvinteeseis!